14/05/2026

Santa Catarina tem as menores taxas de subutilização e de informalidade

O aumento da taxa de desocupação para 6,1%, no primeiro trimestre, refletiu a alta do desemprego em 15 estados, em relação ao quarto trimestre de 2025, enquanto os outros 12 ficaram estáveis. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada hoje (14), pelo IBGE. As maiores taxas de desocupação foram no Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%) e Bahia (9,2%). Já as menores foram em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%) e Paraná (3,5%). No Rio Grande do Sul, a taxa foi de 4%.

Segundo o analista da pesquisa, William Kratochwill, a desocupação aumenta historicamente no primeiro trimestre por causa da dispensa de trabalhadores temporários, seja devido à tendência de recuo no Comércio nesse período do ano, seja pela dinâmica de encerramento de contratos temporário nas atividades de Educação e Saúde no setor público municipal. “É importante lembrar também que outros 12 estados ficaram com estabilidade na desocupação em relação ao trimestre anterior, demostrando que o mercado de trabalho conseguiu absorver de alguma forma os contratos temporários de fim de ano”, ressalta William.

No primeiro trimestre, 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 21,7% em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando 1,4 milhão de pessoas estavam nessa condição. Já 1,4 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 14,7% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,6 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês. “A queda da população que estava em busca de trabalho por mais de dois anos significa que o mercado melhorou de forma mais geral, enquanto a redução na parcela a procura por menos de um mês significa uma boa rotatividade, que está mais fácil de conseguir emprego”, avalia William.

A taxa composta de subutilização foi de 14,3% no primeiro trimestre. Esse indicador agrega o percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada. O Piauí (30,4%) teve a maior taxa, enquanto Santa Catarina (4,7%) teve a menor. Já a taxa de informalidade para o Brasil foi de 37,3% da população ocupada. O maior número foi registrado no Maranhão (57,6%). Na outra ponta, Santa Catarina tem a menor taxa (25,4%).



Fonte do artigo

About The Author

🔎 Quer verificar informações de forma rápida e segura?

Na UP Consultas você tem acesso a consultas completas de CPF, CNPJ, veículos, CRLV-e digital, protestos, bens em cartório e muito mais. Tudo em um só lugar, com resultados imediatos e sem mensalidade.

  • Consultas de CPF e CNPJ
  • Pesquisa de veículos e CRLV-e
  • Verificação de bens registrados em cartório
  • Relatórios rápidos e acionáveis

Faça seu cadastro gratuito e comece a consultar

Tenha mais segurança nas suas análises com informações atualizadas e confiáveis.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *