Formado em Harvard, jovem advogado mineiro ajuda empresários do Brasil com estratégias de planejamento patrimonial

Neste artigo
  1. Trajetória que começa no interior de Minas
  2. Estruturação patrimonial e economia tributária
  3. Crescimento da demanda entre empresários
  4. Sobre o Autor

VIRAM? 🤩 O avanço das discussões sobre a reforma tributária e o aumento da fiscalização têm provocado mudanças no comportamento de empresários brasileiros, especialmente fora dos grandes centros econômicos. Nos últimos anos, estratégias de organização patrimonial, antes associadas principalmente a grandes fortunas, passaram a fazer parte da realidade de empresas de médio porte e grupos familiares que buscam mais segurança jurídica e previsibilidade financeira.

Nesse cenário, o planejamento patrimonial e a estruturação de holdings familiares ganharam espaço como instrumentos utilizados para organizar bens, separar atividades empresariais e planejar processos sucessórios. A busca por esse tipo de estrutura tem crescido em diversas regiões do país, incluindo cidades do interior, onde empresários passaram a olhar com mais atenção para a gestão de patrimônio e tributação.

Trajetória que começa no interior de Minas

Entre os profissionais que atuam nessa área está o jovem advogado mineiro Gabriel Lopes Cançado (@gabriellopesc.adv), natural de Papagaios, em Minas Gerais. Formado em Direito pela Faculdade Milton Campos (FDMC), ele também teve trajetória acadêmica na Universidade de Lisboa e possui certificação executiva pela Harvard University.

A imagem registrada em frente à Harvard Law School, em Cambridge, simboliza uma trajetória que começa no interior mineiro e se conecta a centros internacionais de formação jurídica. Ao longo de sua atuação profissional, Gabriel passou a se dedicar à estruturação de modelos societários voltados à proteção patrimonial e à organização fiscal de empresas familiares.

Segundo o advogado, muitas empresas ainda tratam o tema apenas quando surgem problemas jurídicos ou sucessórios. “Muitos empresários acreditam que planejamento patrimonial é algo distante da realidade deles, mas na prática trata-se de organizar a estrutura jurídica e societária para dar previsibilidade ao negócio e à sucessão familiar”, explicou.

Estruturação patrimonial e economia tributária

Ao longo de sua atuação, o profissional participou de projetos que envolveram a proteção de aproximadamente R$ 220 milhões em patrimônio e uma economia tributária superior a R$ 20 milhões, de acordo com dados ligados à sua experiência profissional.

Especialistas da área apontam que esse tipo de organização patrimonial tem ganhado relevância no país diante das mudanças no ambiente tributário e da necessidade crescente de planejamento sucessório. A utilização de holdings familiares, por exemplo, tem sido adotada como forma de estruturar a gestão de bens, reduzir conflitos societários e facilitar a continuidade de empresas ao longo das gerações.

Crescimento da demanda entre empresários

Para Gabriel, o aumento da procura por esse tipo de estrutura reflete um movimento mais amplo no empresariado brasileiro. “Com as mudanças no ambiente tributário e regulatório, cresce a preocupação em estruturar empresas e patrimônios de forma preventiva, antes que os problemas apareçam”, afirmou.

O crescimento desse tipo de planejamento indica também uma mudança no perfil das empresas que buscam assessoria jurídica especializada. O tema, que antes era mais comum entre grandes grupos econômicos, passou a integrar o cotidiano de empresários de diferentes portes que buscam maior organização patrimonial e estabilidade para o futuro dos negócios.

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