A inflação foi puxada pela alta da energia elétrica residencial

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho foi de 0,07%, 0,09 ponto percentual abaixo do 0,16% registrado em junho. No ano, o IPCA acumula alta de 3,44% e, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,44%, abaixo dos 4,64% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2025, a variação havia sido de 0,26%.

A maior variação (0,99%) e impacto vieram do grupo de habitação. O grupo de habitação acelerou de junho (0,63%) para julho (0,99%), puxado pela alta da energia elétrica residencial, que saiu de 1,53% para 3,09%. Já o grupo de alimentação e bebidas caiu 0,67%. Os demais grupos variaram entre uma queda de 0,66% em vestuário e 0,4% em saúde e cuidados pessoais.

Quanto aos índices regionais, a maior variação ocorreu em São Paulo (0,28%), influenciada pela alta da energia elétrica residencial. A menor variação brasileira ocorreu em Belém (-0,49%), por conta dos recuos da gasolina e açaí. Na região Sul, Curitiba teve a menor variação (-0,21%), a terceira menor do país. A pesquisa abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília. 



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